Sem promessas vazias aliando renovação com preparo, Davi é Pré-Candidato a Deputado Estadual, Polo Cuesta é região prioritária

  • 30/05/2026
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Sem promessas vazias aliando renovação com preparo, Davi é Pré-Candidato a Deputado Estadual, Polo Cuesta é região prioritária

Quem é esse tal de Davi?

Essa é a pergunta que as pessoas as e lideranças dos bastidores políticos do Polo Cuesta tem feito ao ver publicações recentes nas redes sociais.

O administrador, gestor público e tecnólogo Davi Fagundes, 38 anos, confirmou ao Jornal Regional e a Rede Acontece que é pré-candidato a Deputado Estadual pelo Partido Novo.

Davi tem Pós- graduação em gerência de cidades pela FAAP, também estudou inovação e comunicação na Unesp Bauru, possui forte forte ligação com Botucatu e nos últimos 6 anos, ocupou cargos em Prefeituras importantes do Estado de São Paulo. Foi diretor da Empro Tecnologia, de São José do Rio Preto, e da Coderp, de Ribeirão Preto. Há dois anos atua com transformação digital de municípios. Também é liderança RenovaBR considerada a Maior escola de Renovação política do país. Participa do Grupo Livres que defende convivência democrática, responsabilidade social e liberdade individual para todos.

Base construída pelo Estado

Davi diz que sua base foi construída trabalhando em todo o Estado de SP, como um quadro político discreto.

“No Brasil, voto é emoção, as pessoas pedem políticos preparados mas acabam sempre votando em conhecidos ou influencers, apresentar - se como opção de renovação aliado à experiência sempre é uma esperança para que possamos resolver os problemas do Estado e do Brasil.

Início na gestão pública

Davi afirma que seus primeiros passos na gestão pública começaram em Botucatu, como assessor no HC da Unesp, onde conheceu a realidade da DRS VI.

Para ele, o Polo Cuesta pode ser um celeiro da “indústria limpa”, unindo tecnologia, inovação.

Voto proporcional e atuação regional

Davi defende que na democracia TODOS podem ser candidatos se estiverem aptos, mas cobra maior esclarecimento sobre o voto proporcional, afirmando que os candidatos discursam como voto distrital e esta não é a regra VIGENTE no país, Diz ainda que é preciso construir atuação regional e não apenas local.

Alguns políticos tendem a “confundir” o eleitor como a “narrativa“ que candidatos de fora “Pegam” voto na cidade, e assim formam-se um batalhão de candidatos locais e não “entra ninguém”.

“Algumas regiões sofrem por não ter mais liderança na Alesp, mas também não fazem a lição de casa, e não preparam lideranças regionais” diz Davi.


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