Pais relatam abandono e problemas administrativos em escola particular de Botucatu
- 15/05/2026
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Pais denunciam crise na escola Cepra em Botucatu; reunião deve discutir situação da instituição
A escola Cepra, em Botucatu, enfrenta uma série de denúncias feitas por pais de alunos e funcionários envolvendo problemas administrativos, atrasos salariais e dificuldades no funcionamento das atividades escolares. A situação tem gerado preocupação entre famílias e profissionais da educação, que cobram esclarecimentos da mantenedora da instituição.
Relatos apontam que a escola estaria enfrentando falta de professores em algumas turmas, além de pedidos de desligamento coletivo de profissionais nos últimos meses. Pais afirmam que os problemas já impactam diretamente a rotina dos estudantes e a continuidade das aulas.
Funcionários também teriam relatado atrasos frequentes no pagamento de salários, férias e 13º salário. Segundo as denúncias, alguns pagamentos estariam sendo realizados de forma parcelada e haveria casos de pendências acumuladas há vários meses.
Diante da situação, pais demonstraram insatisfação com a condução da crise pela mantenedora da escola e afirmaram que estudam formalizar denúncias junto ao Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos competentes.
Uma reunião entre pais, professores e representantes ligados à instituição deve ocorrer neste fim de semana para discutir os problemas enfrentados pela escola e possíveis encaminhamentos para a situação.
Em nota assinada pelo professor Ricardo, representante da mantenedora, a gestão institucional do Cepra informou que os esclarecimentos sobre os apontamentos feitos por pais e funcionários deverão ser apresentados em reunião presencial.
Segundo a instituição, o encontro é necessário para que “os fatos, alegações e medidas adotadas pela instituição” sejam devidamente esclarecidos. A mantenedora também afirmou que necessita de prazo para organização interna, levantamento documental e alinhamento institucional antes de se manifestar de forma mais ampla sobre o caso.
Por fim, a escola declarou que permanece à disposição para um “diálogo responsável, transparente e pautado na legalidade”.










